Dados do autor
Nomemarta castro
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Sua instituiçãoPontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC- RJ
Sua titulaçãoPós-Doutorado
País de origem do autorBrasil
Dados co-autor(es) [Máximo de 2 co-autores]
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Nome completoPAULO OLIVEIRA OLIVEIRA LEDA
TitulaçãoDoutor
País de origem do co-autorBrasil
InstituiçãoFiocruz
Proposta de Paper
Área Temática04. Ciências e Meio Ambiente
Grupo TemáticoLa cuestión ambiental latinoamericana: problemas, perspectivas y desafíos en el siglo XXI
TítuloPOLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS, CONHECIMENTO TRADICIONAL E VALORZAÇÃO DA BIODIVERSIDADE: DESAFIOS
Resumo

As décadas de 1960 e 1970 foram marcadas por diversos movimentos sociais, Emergem movimentos ambientais e por outras formas de vida. No campo da saúde o movimento mais marcante foi do da Reforma Sanitária que deu origem a criação do Sistema Único de Saúde no Brasil. Seus princípios doutrinários e estruturais foram baseados na integralidade e na assistência em seus três níveis, primário, secundário e terciário, priorizando a atenção primária ou básica e medidas de prevenção de doenças. Neste mesmo período as organizações internacionais como a Organização Mundial da Saúde e a Organização Pan Americana da Saúde começam a se interessar pelas medicinas tradicionais, como por exemplo, o uso de plantas e fitoterápicos. A procura por práticas no Brasil começa a crescer, principalmente por uma parcela da população com maior poder econômico e cresce também o mercado verde, com expressivo aumento no consumo de fitoterápicos e número de lojas verdes. Em 2006 são aprovadas as Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPC) e a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) que além de ampliar as opções terapêuticas para os usuários do SUS visam contribuir com a valorização e preservação do conhecimento tradicional, com a biodiversidade brasileira, uso sustentável do meio ambiente e fomento a indústria farmacêutica de fitoterápicos. Após 14 anos da criação da PNPMF o que vimos é um aumento no consumo de fitoterápicos industrializados em relação ao consumo de plantas e de fitoterápicos manipulados, diminuição de farmácias vivas, aumento de fitoterápicos produzidos por fabricantes de alopáticos , principalmente multinacionais, além de maior uso de espécies exóticas ou adaptadas em relação ao uso de espécies nativas na fabricação dos fitoterápicos. Concluímos que a política vem se desenvolvendo na contramão do que se propões, mostrando o poder do mercado e da globalização que transforma a prática do uso de fitoterápicos em uma fórmula única.

Palavras-chave
Palavras-chave
  • BIODIVERSIDADE
  • PLANTAS MEDICINAIS
  • SAÚDE
  • POLÍTICAS PÚBLICAS