Ciudades, desigualdades urbanas y hábitat popular en América Latina. - 00082

Coordenador e Co-coordenador

Walter Fernando Brites - Instituto de Estudios Sociales y Humanos. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas. IESyH-CONICET. Argentina. Universidad Nacional de Misiones. Posadas, Argentina. - CONICET_IESyH
briteswalter@yahoo.com.ar

Matias Denis - Centro de Investigación y Documentación. Universidad Autónoma de Encarnación. - CIDUNAE
matiasdenisunae@gmail.com

Las ciudades latinoamericanas en sus diferentes escalas asisten a grandes transformaciones urbanas y territoriales que objetivan de modo creciente las desigualdades socio-urbanas. Esta propuesta tiene como objetivo, la importancia de abordar las desigualdades desde y en lo urbano, en tanto adquiere inusitada relevancia en función de problemáticas multidimensionales como: la fragmentación y la segregación urbana, los procesos de revalorización y gentrificación, los grandes planes de desarrollo y la emergencia de enclaves de riqueza y pobrezas en la ciudad. Estos y otros procesos de diferenciación y desigualdad de las clases sociales en el espacio urbano se han intensificados en las últimas décadas. Actualmente, distintos organismos internacionales y múltiples investigaciones urbanas están poniendo énfasis en la agudización de variados problemas de urbanización en América Latina, en donde se mantienen una serie situaciones precariedad e informalidad, existencia de áreas (villas, asentamientos, etc.) espacios donde se acumulan distintas desventajas estructurales y emergen escenarios caracterizados por la marginalidad urbana, la exclusión y la vulnerabilidad del derecho al espacio urbano.
Invitamos a presentar trabajos que aborden la discusión de estas cuestiones, tanto en sus aspectos teóricos y metodológicos, como de análisis empíricos de casos particulares, desde enfoques analíticos, diagnósticos y/o propositivos, tendiente a lograr ciudades más justas e inclusivas.

Palavras-chave

  • pobreza urbana
  • planes de desarrollo
  • hábitat popular
  • derecho a la ciudad

DINÁMICAS SOCIO-TERRITORIALES Y DESARROLLO GEOGRÁFICO DESIGUAL EN LAS METRÓPOLIS LATINOAMERICANAS - 00047

Coordenador e Co-coordenador

Sonia Vidal-Koppmann - Universidad de Buenos Aires / CONICET - UBA-CONICET
sonia.vidalk@gmail.com

Sandra Lencioni - Universidad de Sao Paulo - USP
slencion@usp.br

El presente Simposio tiene por finalidad dar continuidad a los debates iniciados en los simposios precedentes (México, 2009; Viena, 2012; El Salvador, 2015 y Salamanca, 2018), en los que se ha logrado consolidar una plataforma de reflexión y discusión sobre las transformaciones de las metrópolis latinoamericanas, con un enfoque comparado e interdisciplinario. Este espacio se ha ampliado en cada nueva edición del ICA, permitiendo avanzar con los estudios presentados en la construcción de un sólido corpus teórico-empírico.
En esta oportunidad, su objetivo central consistirá en analizar críticamente las mutaciones socio-territoriales en las regiones metropolitanas de América latina y del Caribe, poniendo el foco en la intensificación observada en los procesos de desarrollo geográfico desigual y combinado, como consecuencia de las políticas neoliberales aplicadas en casi todos nuestros países.
Especialmente para este nuevo simposio sostenemos apriori que la dinámica socio-territorial y económica latinoamericana expresa una organización particular, históricamente dada por la reproducción del capital, que evidencia la interacción entre procesos locales y procesos globales.
Atravesadas por esta relación dialéctica global-local las metrópolis de América latina y el Caribe dejan al descubierto fenómenos de expansión acelerada y dispersa, que conllevan a un desarrollo desigual e inequitativo.
Por ello convocamos a cientistas sociales interesados en la investigación de las dinámicas socio-espaciales, para debatir sobre las estrategias de planificación y las políticas urbano-territoriales que demandan estos nuevos escenarios.

Palavras-chave

  • dinámica socio-territorial
  • regiones metropolitanas
  • desarrollo desigual

Direito e Vulnerabilidade - 00167

Coordenador e Co-coordenador

Lauro Joppert Swensson Junior - Lauro Joppert Swensson Junior - UEMS
laurojsjr@gmail.com

Anibal Alejandro Rojas Hernandez - Universidad Nacional de Colombia - UNAL
anilejo@hotmail.com

O presente Grupo Temático objetiva refletir sobre o fenômeno da vulnerabilidade e sua proteção jurídica. Vítimas de uma cultura de dominação, integrantes de diversos grupos sociais (como mulheres, indígenas, negros, quilombolas, crianças, idosos, deficientes, população LGBTI+, entre outros) são colocados em posição de subalternização no quadro da distribuição de poder na sociedade atual e, como tais, constantemente sofrem com violações de direitos. Regra geral, fazem parte de uma sociedade carente de proteção jurídica, sendo premente a realização de estratégias públicas para modificação desta cruel realidade.
A temática é pertinente, diante da necessidade de estudos sobre os grupos considerados vulneráveis e a sua proteção. É preciso conhecer melhor os particularismos dos fenômenos sociais, políticos e culturais das várias regiões da América que levam certos grupos sociais à situação de vulnerabilidade, de sorte a propiciar uma reformulação das grandes teorias gerais das ciências e humanidades, explicativas dessa realidade, e de modo a pensar-se em políticas públicas de inclusão e em instrumentos jurídico-processuais de proteção dos indivíduos ou das coletividades, mais aptas a superar essa situação.
A diversidade existe e precisa ser respeitada. Uma ordem social justa deve estar atenta aos diversos grupos vulnerabilizados. O futuro de nossas sociedades depende disso mais do que nunca. Por evidente, as respostas ao fenômeno da vulnerabilidade não são simples, tampouco unilaterais. Aliás, a melhor tratativa necessita ser ampla e interdisciplinar, em diálogo envolvendo lideranças sociais, pesquisadores e agentes públicos. Se o que releva é o valor do ser humano e de ser humano, ainda que não possamos compreender o mal de toda a gente, como diz o poeta Mario Quintana, faz-se necessário continuar a acreditar na esperança de um mundo em que a igualdade material seja permeada de alteridades. Que as discussões desse GT possam contribuir no alcance deste objetivo.

Palavras-chave

  • Direito
  • Vulnerabilidade
  • Políticas públicas
  • Instrumentos jurídico-processuais de proteção

Direitos Humanos, Envelhecimento, Políticas Públicas - 00123

Coordenador e Co-coordenador

Sheila Marta Carregosa Rocha - Universidade do Estado da Bahia - UNEB
sheila.carregosa@gmail.com

Maria Isabel Correia Dias - Universidade do Porto - UP
mdias@letras.up.pt

Este simpósio propõe discutir os Direitos Humanos a partir dos Planos Internacionais sobre Envelhecimento Humano. Quais as políticas públicas e sociais desenvolvidas pelo país para cumprir as orientações internacionais? Discutir questões sociodemográficas; a relação entre tecnologia e envelhecimento humano como um indicador de longevidade; os produtos oferecidos pelas empresas voltados para o público idoso; as relações familiares como ambiente de pertencimento saudável, mas de grandes conflitos, que geram múltiplas violências; os mercados de trabalho em que as pessoas idosas estão inseridas, inclusive projetar uma sociedade envelhecida após a reforma da previdência social; a acessibilidade e mobilidade urbana e rural da pessoa idosa; o aspecto econômico das pessoas idosas que são beneficiárias sociais ou são empreendedoras; a saúde da pessoa idosa, tanto na prevenção quanto no atendimento emergencial e tratamento das patologias por causa da idade avançada, como demências, alzheimer, doenças dos aparelhos circulatório e respiratório, dentre outras; a nutrição, a fisioterapia, a psicologia, a psiquiatria voltadas para o atendimento da pessoa idosa, bem como a relação com os planos de saúde, o atendimento pelo SUS às pessoas idosas; as instituições de longa permanência e os condomínios (cohousing) para idosos; também pensando na sexualidade no envelhecimento, nas várias opções sexuais, como LGBTCis+ e nas garantias de seus direitos; o acesso à justiça, as demandas judiciais e extrajudiciais; a educação da pessoa idosa, as várias experiências com a educação informal e formal, a exemplo das Universidades para a Terceira Idade, a RUTIS, dentre outras; as artes, cinema, música, escultura, pintura, literatura que retratem as pessoas idosas. Este é um espaço aberto para o debate sobre o envelhecimento humano que contempla várias gerações, idades, países, culturas, ambientes, espaços geográficos, riqueza humana, relações sociais e relações intergeracionais.

Palavras-chave

  • Direitos Humanos
  • Envelhecimento
  • Políticas Públicas

Disputas en/por las ciudades en América Latina - 00225

Coordenador e Co-coordenador

Katrina A. Salguero Myers - Instituto de Estudios en Comunicación, Expresión y Tecnologías (CONICET y UNC); Facultad de Ciencias Sociales y Facultad de Ciencias de la Comunicación (UNC) - IECET (CONICET y UNC); FCS y FCC (UNC)
katrimyers@hotmail.com

Marcelo Pérez Sánchez - Programa Integral Metropolitano y Facultad de Derecho, Universidad de la República de Uruguay - UDELAR
mperez@pim.edu.uy

El presente GT propone construir una mirada interdisciplinaria en torno a las tramas, actores y expresiones de conflicto que configuran las ciudades contemporáneas en nuestro continente. En las distintas metrópolis y ciudades medias se expresan variadas aristas de disputa: por el espacio público y la apropiación de los comunes, por las memorias e identidades, por el derecho a la ciudad, al hábitat y a la circulación, por la seguridad/inseguridad, por el ambiente, por los derechos a decir/manifestar, por las orientaciones del “desarrollo” y sus resistencias, entre muchos otros.
Proponemos construir un espacio de debate y lectura común en torno a los ejes de disputa que emergen en nuestras ciudades hoy, apuntando a conocer y caracterizar los actores institucionales y colectivos que intervienen, así como sus repertorios de acción colectiva y las matrices ideológicas que configuran esas experiencias. Proponemos atender, además, a las modalidades socio-históricas en que se han ido produciendo algunos conflictos, y a los modos en que esos conflictos han modelado aspectos sociales, culturales, económicos, habitacionales y urbanísticos en las ciudades.
Las disputas en y por las ciudades presentan variados grados de organización y sistematicidad: desde ocupaciones masivas de las calles como las experiencias chilenas o las feministas, hasta movimientos de inquilinos o comunidades desalojadas; desde vecinos/as movilizados por su calidad de vida, hasta grupos étnicos, juveniles o migrantes por su derecho a la ciudad; desde movimientos sociales y piqueteros, hasta organizaciones culturales y artísticas; desde grupos de empresarios y desarrollistas urbanos hasta actores estatales. Así, el GT intenta convocar a investigadores/as de distintos países y con diferentes disciplinas de origen que, desde las artes, el urbanismo, la antropología, la sociología, la comunicación, la psicología; investiguen las expresiones conflictuales que disputan la vida urbana en América Latina.

Palavras-chave

  • ciudad
  • disputas urbanas
  • acción colectiva

El Desarrollo y los megaproyectos: visiones centroamericanas. - 00062

Coordenador e Co-coordenador

Katarzyna Dembicz - University of Warsaw - UW
khdembic@uw.edu.pl

Xinia Carrillo - Universidad Nacional - UNA
xinia.carrillo.sanchez@una.cr

La evolución de la forma de pensar sobre el desarrollo, el número de definiciones de éste y su diversidad indican que es un tema extremadamente actual, en el cual la perspectiva local, los elementos y factores cualitativos, y sobre todo el empoderamiento de los individuos y sociedades locales, juegan un papel cada vez mayor.
Las diversas formas de pensar sobre el desarrollo y sus objetivos, así como sobre el bienestar, se transforman en debates y conflictos, especialmente en áreas sometidas a la influencia de fuerzas externas y transformación a causa de la localización de inversiones que tienen como objetivo la construcción de grande infraestructura económica – los megaproyectos.
Una de las regiones donde existe una larga trayectoria de experiencias en torno a la construcción de los megaproyectos es Centroamérica, iniciando por los primeros intentos de la construcción del canal interoceánico y la Carretera Panamericana. Hoy día, esta región y sus comunidades locales sufren nuevos retos y amenazas por parte de las nuevas inversiones, como megaproyecto turístico Bahia de Tela (Honduras) o las hidroeléctricas Reventazón (Costa Rica) y Barro Blanco (Panamá).
Nuestra intención es presentar la perspectiva local sobre el desarrollo, incluyendo los discursos entorno a este tema, por medio de seleccionadas comunidades centroamericanas. Queremos crear un espacio de debate sobre este tema, partiendo de las experiencias de un grupo de investigadores de universidades europeas y latinoamericanas involucrados profecionalmente en el proyecto científico-investigativo „Discourses and development dilemmas of Central American local communities” financiado por el Centro Nacional de Ciencia de Polonia a realizarse entre los años 2019 – 2022.

Palavras-chave

  • Desarrollo
  • Megaproyectos
  • Centroamérica
  • Discursos
  • Comunidades locales

Hacia la construcción de una resiliencia social en diálogo con la otredad y el Ethos cultural de cada pueblo. - 00136

Coordenador e Co-coordenador

Silvia Cecilia FUSARO - Instituto Nacional de Investigaciones Históricas Juan Manuel de Rosas - INIHJMR
fusarosilvia@gmail.com

Mónica Viviana Naranjo Hernández - Universidad La Gran Colombia - UGC
mnaranjoh@ulagrancolombia.edu.co

Toda la actividad humana deja rastros de su actuación y de su memoria dando forma a la cultura actual. La identidad de una comunidad está conformada por sus costumbres, su historia, sus próceres, sus tradiciones, pero también por sus percepciones, los imaginarios colectivos, las cosmovisiones, los mitos y las prácticas que cada cultura simboliza, encarna y transforma a la naturaleza en un proceso de apropiación de su mundo: “ethos” cultural.

La complejidad de los fenómenos fronterizos nos lleva a reconsiderar nuestra historia en común habituada a signos de violencia al igual que de discriminación, racismo, xenofobia, sobreexplotación de recursos naturales y sociales,así como las ideas de solidaridad, otredad y Patria Grande que pensaran nuestros próceres. Cientos de investigaciones y debates han estudiado estas manifestaciones desde diferentes abordajes multidimensionales para resignificarlas en una resiliencia social.

La revalorización del pasado, del patrimonio cultural y del ambiente implica un cambio a través de una acción ejercitada por los propios pueblos, en su conciencia masiva y reflexiva de su existencia. Esto conlleva a más diálogo entre los diversos actores sociales y grupos de interés desde el lugar de sus propias verdades hacia un mundo abierto a la diversidad y a la convivencia de sus diferencias. Mas,¿cómo se produce ese diálogo?,¿son nuestras fronteras ámbitos geográficos de encuentro, cooperación, intercambio y convivencia. O por el contrario, acentúan los más viles vicios de no considerar la otredad, afianzar la xenofobia y la violencia aumentando su vulnerabilidad social y ambiental?

Este Grupo de Trabajo propone un espacio de debate, donde sean compartidos trabajos dedicados a hacer visible el sincretismo americano en la conformación de las naciones, el respeto al “ethos” cultural y la manera en que fueron evolucionando esas las manifestaciones culturales,y el compromiso con la no violencia, la otredad y la preservación del ambiente.

Palavras-chave

  • Diálogo
  • Otredad
  • Ethos cultural
  • Sincretismo
  • Resiliencia

Las ciudades latinoamericanas y sus múltiples fronteras: encuentros y desencuentros - 00162

Coordenador e Co-coordenador

Alain Musset - Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales - EHESS
musset@ehess.fr

Teresa de Jesus Peixoto Faria - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF
teresa.uenf@gmail.com

Siguiendo las ideas del economista y sociólogo Max Weber, del geógrafo Marcel Roncayolo y del filósofo Michel Foucault, podemos decir que la muralla que rodeaba la ciudad de antiguo régimen no solo tenía una función militar sino que daba una identidad a sus habitantes y conformaba un orden cosmológico basado en una frontera tanto física como psicológica entre un "interior" supuestamente civilizado y un "exterior" necesariamente salvaje.
Con la creciente fragmentación de los espacios urbanos en unidades cada vez más autónomas, nos damos cuenta que si bien en tiempos pasados el muro pudo hacer la ciudad, hoy en día, los muros la deshacen, tal como lo destacaron Teresa Caldeira y Mike Davis al estudiar los casos de São Paulo y Los Ángeles, respectivamente. Sin embargo, los contextos urbanos se van modificando como consecuencia del cambio de modelos que, en las últimas décadas, han impactado tanto las políticas públicas como las estrategias de las empresas y las aspiraciones de los ciudadanos y las ciudadanas.
Si bien debemos tomar en cuenta la existencia de límites físicos (muros, bardas, vallas…) que fragmentan el espacio a diferentes escalas (condominios, barrios, calles, casas y hasta estados o naciones) no podemos dejar al lado las fronteras económicas, culturales, simbólicas o mentales que juegan un papel determinante en la organización de los territorios urbanos contemporáneos. Siguiendo el mismo rumbo, es imprescindible estudiar la porosidad de esos confines y ver cómo se pueden cruzar, aprovechar o derrumbar para tal vez conformar espacios realmente públicos. Es así como este GT invita a investigadores e investigadoras de diferentes ramas de las ciencias humanas y sociales a debatir y aportar nuevas perspectivas a las discusiones sobre ciudades y fronteras frente a las cuestiones socio-territoriales contemporáneas.

Palavras-chave

  • Ciudades latinoamericanas
  • Fronteras
  • Fragmentación territorial
  • Espacios públicos
  • Ciudadanía

Los derechos y las políticas públicas para la infancia y la juventud - 00014

Coordenador e Co-coordenador

Estela Scheinvar - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
estelascheinvar@gmail.com

Valeria Llobet - Universidad Nacional de San Martín - UNSAM
valeria.s.llobet@gmail.com

A partir de los debates realizados en este GT en los tres últimos ICA (2012, 2015 y 2018) proponemos ampliar la participación y la red que hemos construido en torno de las políticas para la infancia y la juventud, con la presentación y discusión de investigaciones y de trabajos de intervención en el área social. Nos interesa dar continuidad a la discusión colectiva sobre los modos como las experiencias destinadas a niños y jóvenes basadas en la garantía de los derechos han redundado sobre todo en la individualización de la vida, contribuyendo al despliegue de prácticas, incentivadas por políticas públicas que constituyen la gubernamentalidad neoliberal. Proponemos enfocar en políticas que se centren en la regulación de los procesos migratorios y de desplazamiento, en el encarcelamiento y el exterminio de una población cada vez más joven y en la redistribución de la responsabilidad parental (tanto en materia de adopción como de "protección excepcional" de derechos). Las políticas articuladas a la distinción de la infancia como objeto poblacional diferenciado se remontan a finales del siglo XIX. Esperamos trabajos que interroguen su persistencia y las transformaciones históricas, por medio de una ontología del presente que aborde los objetos en su inmanencia, cuestionando los universalismos e incorporando los saberes sometidos. Privilegiamos la lectura analítica de contextos y modos de problematización de las poblaciones a partir de las políticas institucionalizadas. Esto es, buscamos comprender el proceso mediante el cual un determinado comportamiento, un determinado sujeto, pasa a ser objeto de regulación estatal, atendiendo a los matices del presente. Inscribimos estos debates en el contexto contemporáneo de las Américas, de disputas entre fundamentalismos y propuestas cuestionadoras de prácticas instituidas, para pensar su articulación con las formas de resistencia.

Palavras-chave

  • Infancia
  • Juventud
  • Derechos
  • Resistencias

Miradas decoloniales sobre América Latina y El Caribe - 00175

Coordenador e Co-coordenador

Teresa Portador - Universidad Autónoma Metropolitana - UAM
teresaportador@yahoo.com.mx

Yazmin Itzachelt Bonola Piscil - Escuela Nacional de Antropología e Historia - ENAH
itzaya@yahoo.com.mx

Profusas interpretaciones han sido elaboradas en el marco de la crítica al colonialismo, particularmente por la corriente de pensamiento latinoamericana que desde la decolonialidad ha generado punto de inflexión en cuanto a mirar nuestras realidades latinoamericanas. No ha sido tarea sencilla, ya que deconstruir las epistemologías que de manera anquilosada han orillado a pensar, producir y construir conocimiento bajo andamiajes, nociones y sistemas de pensamiento occidentales, ha sido un reto. La tarea para quienes explicamos desde las ciencias sociales y humanas las realidades latinoamericanas y caribeñas es continuar con la reflexión crítica que contribuya a derribar viejos paradigmas de pensamiento y abrir nuevas y variadas interpretaciones. La decolonialidad se erige como otra posibilidad para realizar dicho esfuerzo y repensar los fenómenos.

Se propone un ejercicio de descolonización de las miradas y enfoques con los que se han abordado los fenómenos latinoamericanos, influenciados por teorías y conceptos eurocéntricos. No se trata de proponer verdades epistémicas sino de ejercitar una variedad de posibilidades interpretativas. En virtud de lo anterior, se abre la invitación a propuestas que contribuyan a repensar y mirar críticamente las expresiones sociales, culturales, políticas, económicas y ambientales. Considerando la riqueza y heterogeneidad que caracteriza a nuestro continente y ponderando el diálogo interespistémico. El simposio acogerá los temas: racismo, interculturalidad, cosmovisión, ontologías, Otredad, organización sociopolítica (Buen Vivir, Vivir Bien, comunalidad,), crítica al colonialismo y modernidad, movimientos sociales y subalternos, estudios poscoloniales, neoextractivismos, saberes. Especial atención se dará a estudios sobre globalización (internacional, económica, política y cultural) como dispositivo para imponer estructuras de pensamiento eurocentrados, así como investigaciones del cuerpo, arte, estética, literatura y cine.

Palavras-chave

  • decolonialidad
  • América Latina y El Caribe
  • colonialidad
  • crítica a la modernidad
  • eurocentrismo

Pensar la muerte y los cementerios: Análisis y perspectivas entre los siglos XVIII y XXI - 00149

Coordenador e Co-coordenador

Celeste Castiglione - Universidad Nacional de José C. Paz y Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Tecnológicas - UNPAZ-CONICET
castiglioneceleste@yahoo.com.ar

Paz Graciela González Jara - Asociación Profesional EnTorno Patrimonial -
pazgon7@gmail.com

Los estudios sobre la Muerte a lo largo de los S.XVIII, XIX, XX y XXI nos muestran que la continuidad de la idea de morir en términos históricos ha estado sujeta no sólo al cambio cultural sino a los vaivenes políticos y sociales. En diferentes contextos de interacción cultural, política, histórica y social, las sociedades y los individuos recurrieron e innovaron en distintas estrategias y prácticas funerarias para gestionar la pérdida de sus seres queridos y reclamar la memoria del muerto, por una parte, y sus bienes materiales por otra.

En esa línea, las prácticas funerarias se expresan entre otros en los lugares de sepultación, es decir los cementerios, cuya ubicación no ha sido al azar y al igual que las expresiones inmateriales del rito funerario tiene relación con las ideas y políticas dominantes.

Estos procesos de conformación de la gestión de la muerte en sus rituales, representaciones y discursos guardan similitudes y contrastes, que pueden relacionarse a las características regionales y específicas en toda América teniendo en cuenta su diversidad cultural. Más aún si se considera el impacto de las migraciones ha dejado huellas en el territorio a través de cementerios, espacios, panteones entre otras, que nos interesa estudiar a partir de la hibridación de rituales que estas proponen y su relación con las políticas de cada lugar

Estas características impactan en la cultura y la vida cotidiana al punto de transformar las pautas, creencias y rituales con las que se aborda la cuestión del morir y el modo de comprender los cementerios.

Ello nos motiva a convocar a la presentación de trabajos que apunten a caracterizar la cuestión de la muerte, el morir y los cementerios en el espacio y período propuesto a partir de un enfoque disciplinar y/o interdisciplinar donde se aborden las transformaciones sobre representaciones, rituales, entierros y discursos sobre la muerte.

Palavras-chave

  • rituales funerarios
  • espacios de enterramiento
  • patrimonio cultural
  • América

Pluralismo jurídico e os direitos da jusdiversidade - 00233

Coordenador e Co-coordenador

Manuel Caleiro - Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - UEMS
manuelcaleiro@gmail.com

René Kuppe - Universidade de Viena - UNIVIE
rene.kuppe@univie.ac.at

Na América Latina, um fenômeno recente nos sistemas jurídicos dos estados nacionais é o reconhecimento de normatividades próprias dos povos, que, por decorrerem de comunalidades e territorialidades diversas, não foram submetidas aos procedimentos burocrático-institucionais de produção normativa estatal. Para além dos direitos territoriais (cujo reconhecimento pelos estados nacionais latino-americanos é mais antigo), os direitos culturais referentes à administração de justiça própria foram reconhecidos e inseridos nas constituições latino-americanas e tratados internacionais. Buscando abordar este processo de reconhecimento às jurisdições próprias, assim como analisar criticamente as contradições entre reconhecimento e materialização de direitos, o grupo temático também busca avançar nas discussões sobre os conteúdos normativo-comunitários em relação ao manejo e proteção da natureza. Considerando que, para além da administração de justiça comunitária, tais conteúdos normativos são historicamente exercidos pelos povos, o grupo de trabalho busca uma abordagem não somente das inter-relações entre normatividades estatais e normatividades comunitárias, mas também sobre o que está além das fronteiras da modernidade, os direitos da jusdiversidade.

Palavras-chave

  • Normatividades comunitárias
  • Natureza
  • Pluralismo jurídico
  • Jusdiversidade

Privación de la libertad en América Latina: desafíos para las políticas de Derechos Humanos - 00306

Coordenador e Co-coordenador

Elionaldo Julião - Universidade Federal Fluminense - UFF
elionaldoj@yahoo.com.br

Violeta Acuña-Collado - Universidad de Playa Ancha - UPLA
v-acuna@upla.cl

Las cifras divulgadas por el Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas indican que, sin contar los jóvenes en conflicto con la Ley, existen más de 10,2 millones de personas privadas de su libertad en el mundo. En América del Sur, se estima que hoy hay más de un millón y medio de personas en situación de restricción y privación de libertad en la región. Estos datos revelan que en el mundo, y principalmente en América Latina, la política de privación de la libertad es un desafío. La seguridad pública es un tema central en muchos países, aumentan las cárceles y la sensación de inseguridad en la población, las brechas sociales y económicas aumentan y con ello también la pobreza y la marginalidad, a su vez se observa falta de propuestas que incorporen a las personas a la sociedad garantizando educación y trabajo,. El objetivo del Grupo de Trabajo es reunir profesionales de diversas áreas de las ciencias humanas y sociales interesados en reflexionar sobre los aspectos jurídicos, políticos, ideológicos e administrativos que involucran este problema en América Latina, y principalmente sobre las políticas públicas para enfrentar o minimizar las vulnerabilidades que el sistema punitivo produce. Este Grupo de Trabajo involucra el debate sobre la interdisciplinaridad en los temas de la privación de la libertad en las sociedades contemporáneas. Se buscará discutir los diagnósticos de las experiencias latinoamericanas, generando reflexiones sobre: legislación, género, políticas de ejecución penal y derechos humanos; políticas de privación de la libertad de jóvenes en conflicto con la Ley; alternativas penales de participación social; programas de convivencia familiar y comunitaria; políticas para los egresos; políticas de salud que hoy son urgentes en tiempos de emergencia mundial, educación y trabajo como "políticas de tratamiento penitenciario y socioeducativo". Aportando así a la investigación, participación y edición de publicaciones y generación de redes.

Palavras-chave

  • Privación de la libertad
  • Derechos Humanos
  • Ejecución penal
  • Jóvenes en conflicto con la Ley

Procesos etnohistóricos de integracion en las culturas hegemónicas del Perú: pasado y presente de los mestizos y tusanes en el contexto urbano - 00255

Coordenador e Co-coordenador

Edwin Dennis Gonzales Rojas - Pontificia Universidad Católica del Perú - PUCP
edwin.gonzalesr@pucp.edu.pe

Jin Guo - Universidad de Pekin - PKU
15652383501@163.com

La mesa problematiza la mutación de las formas de integración social y de construcción identidaria de dos grupos sociales(los mestizos y los tusanes) en el contexto espacial-histórico hegemónico peruano, en base a la reflexión etnohistórica y la metodología comparativa.
Desde el establecimiento del término ¨mestizo¨,fue el defecto en un sistema racial dividido entre castas durante el virreinato. Su transformación con la búsqueda del ascenso social y económico, principalmente en las ciudades letradas, fue determinante. Con la república, el ¨mestizo¨ se relaciona con el criollo debido a la consolidación de nuevos grupos de poder en los espacios urbanos. Para el siglo XXI, el mestizo se reemplaza por el ¨migrante urbano¨, lo cual es interpretado como una etiqueta de identidad basado en la multiculturalidad. Por otro lado, el ¨tusán (oriundo de un lugar en chino)¨ hace referencia a los chinos inmigrantes que nacen en el Perú. Ellos han llevado un largo proceso de integración social en el Perú, su país de acogida. Las antiguas Sociedades Chinas en Lima y alrededores son fieles testigos a sus luchas por la aceptación y sus diferentes estrategias de integración al entorno cultural-social peruano durante los años.
Plantear el tema de la integración social, la construcción identitaria y la lucha por la ascendencia económica-social de los grupos marginarios en un contexto cultural-social hegemónico tiene suma importancia actualmente.El segregarismo está presente en diversas partes del mundo(incluyendo América) y proyecta una visión discriminatoria a la gente opacando el surgimiento de indicios positivos de mayor aceptación y comprensión con lo ¨ajeno¨. En la época global postmodernista sobresalen discursos sociales relacionados con la movilidad social y la construcción identitaria, cuya interpretación esperamos brindar nuevas perspectivas con los estudios de corte etnohistórico. Intentemos de aprender del pasado y movernos con pasos más seguros hacia el mañana.

Palavras-chave

  • etnohistoria peruana
  • grupos sociales urbanos
  • construcción identitaria
  • mestizos
  • tusanes

REFLEXIONES CONTEMPORÁNEAS SOBRE LA VIDA EN CALLE EN LAS CIUDADES AMERICANAS. UN CAMINO HACIA LOS ESTUDIOS CALLEJEROS - 00158

Coordenador e Co-coordenador

Nataly Camacho Mariño - Université de Paris (Diderot) -
natcamachomarino@gmail.com

Carolina Rodríguez Lizarralde - Universidad Nacional de Colombia - UNAL
crodriguezl@unal.edu.co

La vida en calle es una realidad social que concierne a la gran mayoría de las ciudades americanas. Se trata de un fenómeno principalmente urbano con múltiples aristas y matices que representa un tema capital para las ciencias sociales. Desde el enfoque teórico-metodológico de la interseccionalidad, se propone reflexionar frente al género, la edad, la etnia, la discapacidad, la orientación sexual, y situaciones como el uso de drogas, la migración, el desplazamiento forzado, la prisión. Estas variantes, y otras específicas a cada realidad local, influyen en el acceso a servicios y la reivindicación de derechos. Pues, si bien, la vida en calle es un fenómeno global, cada ciudad tiene particularidades. Se puede decir que cada ciudad produce sus propias dinámicas de calle o sus experiencias callejeras.
La calle es un espacio que se configura a partir de una red de relaciones e interacciones entre lugares y objetos públicos, privados, familiares e institucionales, siendo el cuerpo un lugar que cobra importancia en la comprensión de las experiencias de las personas que viven en calle. Las maneras de vivir la calle son diversas; la experiencia callejera es construida a partir de cada trayectoria vital, con el fin de garantizar la supervivencia cotidiana en situaciones de precariedad y, en muchos casos, de consumo dependiente de drogas.
A partir de cinco ejes de trabajo –la categorización, las políticas públicas y los procesos de institucionalización, el uso de drogas ilícitas y lícitas, los diversos tipos de violencia, y las movilidades en calle–, este grupo temático pretende desarrollar un debate analítico de las formas locales de vivir en calle, por país o por ciudad, sobre cómo la experiencia callejera es vivida por las personas en esta condición, y sobre cómo este fenómeno urbano es comprendido desde las instituciones. Nos interesamos a la co-producción del territorio en clave de relaciones, interacciones y circulación de cuerpos, objetos, discursos e información.

Palavras-chave

  • Vida en calle
  • Co-producción del territorio
  • Uso de drogas
  • Violencias
  • Institucionalización

Territorialidades, espiritualidades y cuerpos por la paz - 00178

Coordenador e Co-coordenador

Claudia Luz Piedrahita Echandía - Universidad Distrital Francisco Jose de Caldas - Doctorado en Estudios Sociales - UDFJC - DES
academicades@gmail.com

Pablo Vommaro - Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales - CLACSO
pvommaro@clacso.edu.ar

La emergencia de nuevos problemas sociales ha configurado un nuevo campo no disciplinar de Estudios Sociales que avanza en la crítica como creación y experimentación y que le apunta a una nueva manera de entender y articular lo epistemológico, lo político, lo estético y lo ético. En esta dirección, consideramos desde este grupo temático, que aspectos relacionados con las territorializaciones, los cuerpos otros, y la espiritualidad como estéticas y configuraciones del sí mismo, adquieren en este momento una gran importancia para la construcción de la paz en nuestros países. El valor estratégico de estas tres temáticas transita hacia la configuración de la paz en los territorios, la transformación de la vida en todas sus expresiones, el accionar cotidiano de los sujetos y la posibilidad de formas creativas de resistencia frente a la complejidad y especificidad de las condiciones latinoamericanas. Esto implica la construcción de nuevas apuestas de pensamiento para replantear y poner en tensión las nociones clásicas acerca del cuerpo, la espiritualidad y el territorio a la luz de los procesos sociales y políticos de nuestros países, sus luchas y saberes.

Este grupo temático tiene por propósito configurar puntos de encuentro políticos, epistemológicos y estéticos, además de proponer horizontes investigativos que aporten a la cuestión de la paz, en clave de territorializaciones, cuerpos otros y espiritualidades. El grupo busca establecer, a partir de la importancia central de la crítica en las sociedades actuales, líneas teóricas, metodológicas y epistemológicas necesarias para repensar el papel de los Estudios Sociales en el abordaje de las diversas problemáticas situadas y sus nexos con las subjetividades, el poder, la memoria y la necesidad de crear conceptos para no solamente analizar nuestros contextos sino también proponer herramientas y acciones susceptibles de impactar en las políticas públicas y las cotidianidades de las diversas comunidades de Latinoamérica

Palavras-chave

  • Pensamiento Crítico
  • Paz
  • Territorialidades
  • Espiritualidades
  • Cuerpos

Trabalho Assalariado Rural e Desenvolvimento Capitalista do Campo: debates clássicos e contemporâneos nas Américas - 00057

Coordenador e Co-coordenador

Mucio Gonçalves - Universidade Federal de São João del Rei - UFSJ
mucio@ufsj.edu.br

Mauricio Tubio Albornoz - Universidade de la Republica - Udelar
mtubio@gmail.com

A modernização capitalista do mundo rural americano foi, durante quase todo o século XX, comparada às experiências europeias. As interpretações clássicas do fenômeno afirmam que o principal movimento do processo modernizador foi a expulsão do campesinato e sua transformação em um “sujeito para o capital” e para o mundo urbano; em contraposição, que a constituição de médias propriedades rurais, articuladas a um mercado consumidor, gerou as condições para o desenvolvimento democrático do capitalismo no campo. Na América Latina, onde o latifúndio associou-se à transição capitalista, haveria a confirmação da existência de uma via autoritária de modernização. Nos Estados Unidos, de uma via democrática. Outras análises exploram a combinação entre transformações na economia e na estrutura das classes, por meio das quais produtores rurais adaptam-se aos objetivos da produção capitalista e aos seus critérios de eficiência e eficácia, contrários à lógica camponesa e familiar. Essas análises examinam criticamente as políticas de desenvolvimento rural e agrícola que degradaram as condições da vida rural a partir do século XX. Porém, tais debates pouco dizem sobre as condições de vida e a identidade da/do assalariada/o rural da América nas últimas décadas, à exceção de trabalhos realizados por pequeno número de pesquisadoras/es. Subordinados aos processos capitalistas de mercantilização e trabalho, assalariadas/os rurais parecem ser marginais no contexto da formação e do fortalecimento da agricultura familiar, não emergindo nos debates relativos ao desenvolvimento. O GT propõe refletir sobre o lugar das/os assalariadas/os no mundo rural e nos processos de desenvolvimento, pressupondo que a existência delas/deles depende de uma multiplicidade de processos materiais e simbólicos derivados da mercantilização das relações sociais próprias do desenvolvimento rural, e que sem o seu envolvimento não é possível constituir projetos alternativos ao modelo dominante de desenvolvimento.

Palavras-chave

  • Assalariados Rurais
  • Desenvolvimento Rural
  • Classes Sociais
  • Dominação
  • Capitalismo nas Américas